Arquivo da categoria: Promoção da Saúde e Qualidade de Vida

Os exercícios resistidos e a osteoporose em idosos

osteoporose1

A osteoporose desde 1994, e definida como uma doença pela Organização Mundial da Saúde, ela se caracteriza como a queda da densidade mineral óssea entre 25-30% ou mais abaixo da densidade óssea média das pessoas saudáveis na terceira idade, caracterizando assim deterioração do osso, a consequência disto há aumento na sua fragilidade e suscetibilidade para fraturas, até com o mínimo de esforço e em suas atividades da vida diária,
as mulheres possuem duas ou três vezes mais chances de fratura de quadril que os homens.
Esta relação se justifica, nas mulheres, pela maior perda da densidade mineral óssea (DMO) que os homens. Até os 45 anos de idade, a incidência da fratura de fratura de punho é a mesma tanto em homens quanto em mulheres, e após esta idade há nítida predominância no sexo feminino.
Aos 60 anos essa fratura é 10 vezes mais frequente nas mulheres do que nos homens.
Em relação ao colo do fêmur, a proporção de fraturas entre mulheres e homens após os 50anos é de 2,5:1.

As fraturas relacionadas à osteoporose pós-menopáusica são as de corpos vertebrais, seguindo-se as do terço distal do rádio e as do colo do fêmur, pode-se dizer que mais de 50% das mulheres com mais de 65 anos sofrerão uma destas fraturas, e o risco de uma mulher ter uma fratura secundária à osteoporose é de 30%.
Os exercícios intensos e super intensos, “exercícios resistidos’, em diversos estudos demonstram a sua eficácia em aumentar a densidade mineral ósseo sendo assim um excelente auxiliador na prevenção e no tratamento da osteoporose”.
Os Exercícios Resistidos e a Osteoporose em Idosos é um ótimo artigo, pois denota a relevância dos exercícios resistidos no tratamento desta patologia esses exercícios que muitas vezes são vistos como vilões. É válido enfatizar que os autores tem uma forma simples e objetiva de expressar suas idéias para discorrer sobre o assunto aqui tratado.

Autores: CUNHA, Carlos Eduardo Watanabe et al.

Publicado por Denio Gonçalves de Carvalho

Anúncios

Dor Muscular Tardio: Etiologia e Tratamento

dorA dor muscular tardia, cujo termo utilizado cientificamente é DOMS, que pode ocorrer em indivíduos sedentários que iniciaram a atividade física ou até mesmo em atletas de alto nível que mudaram o padrão de movimento devido ao período de treinamento ou quando iniciaram atividades as quais não estão acostumados. As características da dor muscular tardia são: surge cerca de 8 horas após o exercício, aumentando a intensidade nas próximas 24 a 48 horas, diminuindo progressivamente após 72 horas. Ela ocorre em exercício com predominância de contrações excêntricas e apresenta os seguintes sinais e sintomas: rigidez muscular, sensibilidade ao toque, diminuição da amplitude do movimento e incapacidade de gerar força máxima. A presença de proteínas intramusculares na corrente sanguínea, de citocinas no tecido e no sangue, e a migração de leucócitos para o local lesionado, confirmam a hipótese de que, lesões na membrana plasmática e microlesões à estrutura muscular levam a uma resposta inflamatória responsável pela dor. Acredita-se que a resposta inflamatória é proporcional à intensidade do estímulo, e a dor é um mecanismo de proteção do corpo, indicando se o estímulo está sendo “nocivo” ao organismo. Diante de tais questionamentos e da pouca eficiência dos tratamentos estudados até o momento, se faz necessário mais pesquisas sobre o assunto, tanto para esclarecer se o processo inflamatório leva à adaptação, quanto para descobrir as vantagens em interromper ou minimizar a dor muscular tardia.

Fonte: Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício. ISSN 1981-9900 versão eletrônica.

Publicado por Denio de Carvalho.